Em determinadas situações, o uso do helicóptero em operações de resgate exige a realização de um pouso completo para o embarque de vítimas ou integrantes da equipe. Já em outros cenários, como áreas de mata fechada, terrenos íngremes ou locais com obstáculos relevantes, o resgate poderá ocorrer por içamento. Independentemente da modalidade, a escolha de um local seguro para a aproximação da aeronave é um dos aspectos mais importantes para o sucesso da missão e segurança de todos os envolvidos. Por isso, é fundamental observar alguns critérios técnicos essenciais durante a seleção da área de pouso.
O primeiro critério a ser avaliado é o espaço físico disponível. A área selecionada deve ser ampla, aberta e livre de obstáculos, com pelo menos 20 metros por 20 metros, ou preferencialmente com o maior comprimento possível. Esse espaço permite que a aeronave faça a aproximação em rampa e execute o toque com segurança, sem risco de colisão com árvores, postes ou edificações. Além disso, a presença de redes elétricas nas proximidades representa um perigo significativo. Caso seja inevitável a presença de fiações não visíveis com clareza, deve-se sinalizar o local, posicionando um resgatista ou viatura logo abaixo dos fios, para alertar o piloto e evitar o pouso naquele ponto específico.
O primeiro critério a ser avaliado é o espaço físico disponível. A área selecionada deve ser ampla, aberta e livre de obstáculos, com pelo menos 20 metros por 20 metros, ou preferencialmente com o maior comprimento possível. Esse espaço permite que a aeronave faça a aproximação em rampa e execute o toque com segurança, sem risco de colisão com árvores, postes ou edificações. Além disso, a presença de redes elétricas nas proximidades representa um perigo significativo. Caso seja inevitável a presença de fiações não visíveis com clareza, deve-se sinalizar o local, posicionando um resgatista ou viatura logo abaixo dos fios, para alertar o piloto e evitar o pouso naquele ponto específico.
Outro fator de risco que deve ser evitado são objetos ou estruturas que possam ser arremessados pelo deslocamento de ar gerado pelos rotores. Casas, construções precárias, pedras soltas, entulhos de concreto e até lixo acumulado podem representar uma ameaça tanto para a aeronave quanto para os profissionais em solo. Portanto, a área escolhida deve estar limpa e distante de qualquer material que possa ser projetado com força durante o pouso ou decolagem. Em locais de mata fechada, onde o pouso completo é inviável, deve-se procurar uma clareira natural. Na ausência dessa alternativa, a própria equipe de resgate pode realizar a abertura de uma clareira segura, seguindo protocolos ambientais e operacionais previamente definidos.
A condição do solo também precisa ser levada em consideração. Em pousos completos, o terreno deve ser firme e estável. Solos arenosos, lamacentos ou encharcados dificultam a sustentação da aeronave, podendo causar instabilidade e até acidentes durante o toque. Nessas situações, a tripulação pode optar por manter o helicóptero em voo pairado, realizando o embarque da vítima com o mínimo de contato com o solo. Além disso, terrenos com inclinação acentuada devem ser evitados, pois aumentam o risco de tombamento ou contato desigual da aeronave com o solo, comprometendo a segurança da operação.
Outro cuidado essencial está relacionado à presença de animais no entorno da área de pouso. Animais soltos podem ser atraídos pelo barulho e pelo deslocamento de ar, especialmente em direção ao rotor de cauda, que representa uma das partes mais vulneráveis do helicóptero. Para evitar esse tipo de incidente, é imprescindível manter os animais afastados da zona de aproximação e pouso.
As operações aéreas de resgate são complexas e exigem máxima atenção aos detalhes. A escolha inadequada do local de pouso pode comprometer toda a missão, colocar vidas em risco e danificar equipamentos valiosos. Portanto, a seleção da área de pouso deve ser feita com critérios técnicos rigorosos, baseados em bom senso, experiência de campo e, acima de tudo, em constante comunicação com a tripulação da aeronave. Um planejamento cuidadoso nessa etapa faz toda a diferença no sucesso da operação aérea.
Os procedimentos de pouso e decolagem são os momentos mais arriscados do voo, pois a aeronave não tem velocidade nem altura ideais para uma retomada, caso seja necessário. Então, toda a ajuda nesse momento será bem-vinda.
Geralmente, os procedimentos de orientação para pouso serão feitos por um tripulante que está posicionado em uma das portas, observando o local e orientando o piloto das direções que deve tomar. Contudo, caso seja necessário um auxilio externo, a equipe de solo deverá estar apta para fazer o balizamento necessário de pouso, da seguinte forma: